Olympio Mourão Filho
(1900 - 1972)
Um Herói Nacional, Paladino da Democracia
e incansável combatente contra a senzala Comunista
Marcelo Eiras
Mourão Filho, embora não
reconhecido foi um dos maiores heróis que o Brasil já
teve, pois foi o único brasileiro que foi peça chave
na frustração de dois golpe comunistas contra a
nação em 37 e 64.
Mourão amava a democracia.
Em São Paulo, participava de reuniões políticas
em frente à praça da Sé só para ouvir
a voz do povo. Passava madrugadas anotando em seu diário
os direitos que todo governo deveria promover. Aliás, foi
por amor à democracia ele sabia que o presidente João
Goulart, simpatizante do Comunismo e da então URSS desse
um golpe iminente e previsível de Estado
Em 1935 os comunistas tentaram
tomar o poder. Os Integralistas, juntamente com Vargas sustaram
o golpe onde o principal responsável foi então Capitão
do Exercito Olympio Mourão Filho (1900-1972), grande herói
nacional ao combate no câncer do comunismo.
Anos depois, em 64, o mesmo Olympio
Mourão filho, já General frustrou outra tentativa
de golpe, desta vez vindo do próprio presidente da Republica,
o pró-comunista Jango Goulart com suas reformas de base,
nacionalização das empresas, reformas urbanas e
rurais, ou seja caminho aberto ao comunismo.
João Goulart traiu a nação e tentou transformar
o Brasil num satélite da URSS
O povo já sabia disso,
tanto que no inicio de 64 houve a brilhante Marcha da
Família com Deus pela Liberdade, contra o governo
pró-comunista de Jango.
A disposição de São Paulo
e dos brasileiros de todos os recantos da pátria para defender
a Constituição e os princípios democráticos
originou o maior movimento cívico já observado até
esta data.
A "Marcha" começou na
praça da Republica e terminou na praça da Sé,
que viveu um de seus maiores dias. Meio milhão de homens,
mulheres e jovens - sem preconceitos de cor, credo religioso ou
posição social - foram mobilizados pelo acontecimento
com "vivas" à democracia e à Constituição
vaiando os "traidores da pátria".

No começo de 1964, todas as frentes políticas
desejavam o golpe, mas ninguém queria iniciá-lo.
O general Mourão, chefe da 4a Região Militar em
Minas Gerais, resolveu o problema até porque no dia 9 de
maio ele se aposentaria.
Na madrugada do dia 31 de março, as forças
do general Olimpio Mourão Filho deixaram Juiz de Fora,
sede da IV Região Militar, indo em direção
ao Rio de Janeiro sem encontrar resistência. A IV Divisão
de Infantaria, reforçada por dois outros regimentos vindos
de Belo Horizonte e São João Del Rei, terminou por
se confraternizar no meio do caminho com as guarnições
do I Exército que haviam partido da ex-capital federal
com a missão de confrontá-la.

Na manhã do dia 31 de março Mourão
disparou telefonemas para todo o Brasil, dizendo: "Minhas
tropas estão na rua!". Esta operação
se chamou "Operação Popeye", em referência
ao seu inseparável cachimbo
Aconselhado pelo general Amaury Kruel, comandante
do II Exército, o Presidente, pego de surpresa, quase paralisado,
morrendo de medo, desistiu de manter qualquer resistência
na ex-capital federal. Depois de decolar do Rio de Janeiro para
Brasília, lá vendo tudo perdido, Goulart decidiu
voar para o Rio Grande do Sul, sua terra natal, para poder fazer
uma avaliação da situação. Sentiu
que o ânimo do III Exército, comandado pelo general
Ladário Teles, em apoiá-lo não era nada entusiástico,
afinal quem apoiaria um traidor ?

No dia 2 de abril, em seguida ao Presidente do
Senado Auro de Moura Andrade ter declarado a vacância da
presidência pela deserção de Goulart, ele
fugiu covardemente de Porto Alegre para ir asilar-se em terras
uruguaias e depois argentinas
Nenhum tiro foi disparado em favor do
governo de Goulart, foi uma revolução pacífica.
Todo queriam a derrubada do traidor comunista.
Enquanto isso, com a retirada de Goulart para
Brasília, milhares de lenços brancos eram acenados
dos altos dos edifício da Avenida Atlântica, em Copacabana,
celebrando a queda dele. Em 2 de abril, mais de 1 milhão
de pessoas participaram no Rio, da "Marcha da Vitória"
para saudar a queda do traidor João Goulart.
Pelas ruas ecoavam as buzinas, intermitentes, expressando o alívio
e o contentamento do povo com o desenlace dos fatos. Das janelas
dos carros em movimento gritavam “Um, dois, três,
Jango no xadrez!”.

Mais uma vez a corja comunista saia derrotada,
obrigado General Mourão Filho, herói do Brasil !