Desenvolvimento Econômico e Social no

         
Período dos Governos Militares
   
General de Brigada (Ref.) Niaze Almeida Gerude
               
   
 
                                             
Castello Branco
   
Costa e Silva
 
Aurélio Lyra
 
Augusto Radamaker
15.04.1964 a
15.03.1967 a
31.08.1969 a
31.08.1969 a
15.03.1967
31.08.1969
30.10.1969
30.10.1969
         
             
   
Emílio G. Médici
Ernesto Geisel
João B. Figueiredo
Márcio Melo
30.10.1969 a
15.03.1974 a
15.03.1979 a
31.08.1969 a
30.10.1969
15.03.1974
15.03.1979
15.03.1985
           
    = Estrela Dourada em homenagem aos melhores presidentes da Era dos Militares.
O Pais, desde o primeiro Governo do Gen. Castelo Branco, iniciou imediatamente a faina normalizadora, tornada urgentíssima a vista das deploráveis circunstancias em que afundara. Mister se tornara reorganizar a economia e as finanças e impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Após um curto período de recessão, com a ordem restabelecida ou, pelo menos, controlada, foi possível realizar muito, tanto no plano econômico, quanto no social, mudando a face do Brasil.

Entre 1964 e 1978 elevou-se o produto interno bruto, PIB, de US$ 23 bilhões para US$ 164 bilhões; ampliou-se o comércio exterior de de US$ 2,6 bilhões para US$ 25,9 bilhões; estendeu-se a rede rodoviária federal, de 27.939 Km, para 83.943 Km; aumentou-se o potencial hidrelétrico, de 6.840.000 Kw, para 23.604.000 kw; firmou-se o Acordo Nuclear com a Alemanha Ocidental; desenvolveram-se, extraordinariamente, as telecomunicações e serviços de correios e telégrafos; dilatou-se grandemente a frota da Marinha Mercante, tendo já em 1976 passado de 1.299.000 toneladas brutas para 4.938.000; cresceram de 143 mil, para 1 milhão e 500 mil, as matriculas no ensino superior; aumentou enormemente o numero dos assistidos pelo INPS, hospitais e diversos programas sociais; construíram-se milhões de casas populares; reduziu-se a inflação, de 100% para 23%, ja em 1973; foram instalados diversos programas e projetos, do Vale do São Francisco; o PRODOESTE, para o desenvolvimento do Planalto Central; o PIN Programa de Integração Nacional, destacando-se a construção da Transamazonica e da Rodovia Cuibá-Santarem; o POLOAMAZONIA, Programa de Pólos Agropecuários e Agrominerais da Amazônia; o Programa de Produção de Minerais Energéticos Nucleares; a criação do Ministério da Previdência Social; o desenvolvimento dos setores industriais de base, com a implantação de pólos petroquímicos, de complexos metal-mecanicos; o impulso continuado as exportações; a produção de álcool, para adição a gasolina: o aumento da capacidade de refino de petróleo; o Sistema Internacional via satélite, cujos canais saíram de zero, para 588, já em 1976 e outros.

Os Governos Militares, responsáveis e conscientes, através de planejada execução de programas, empreenderam o progresso brasileiro, de acordo com a visão global da Antropologia filosófica de São Tomas de Aquino, em que o homem se situa como a mola mestra da comunidade que, por inteiro, ha de voltar para a consecução de sua finalidade que, em ultima analise, se dirige ao Supremo Bem.

Tudo fizeram para que neste Pais se instaurasse uma sociedade política justa, porque é nela que o homem desdobra o carretel de suas virtualidade. Todavia, muitos, tanto de dentro como de fora, ontem como hoje, através da corrupção; de movimentos revolucionários, como MST; de concepções colonialistas dos países do G/8; ataques especulativos planejados, com aumentos das dividas, impedem o Brasil de acabar com seus bolsões de pobreza, estabelecer a justiça social cristã e, contrariando interesses internacionais, alcançar lugar de destaque entre as nações.