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A BARBÁRIE COMUNISTA Cássio Guilherme Pretendemos com esse artigo avisar às novas gerações acerca do perigo monumental que assola a humanidade há anos: o perigo da doutrina comunista-marxista e sua infiltração sórdida em todas as nações do mundo. Podemos afirmar com certeza que a tese comunista surgiu efetivamente no século XV, com o advento do Renascimento Humanista. Tal afirmação pode parecer absurda ao leitor mas vou justificar essa tese. Os mercadores endinheirados do século XV, que acumularam riquezas durante a Idade Média e compraram vastas glebas de terra na Europa (terra comprada ou usurpada dos nobres) começaram a encontrar 2 obstáculos no seu caminho: A monarquia e a Igreja. Esses mercadores (conhecidos como burgueses nas escolas) começaram então a manipular a opinião pública, na maioria gente analfabeta e ignorante, a sublevarem-se contra os regimes monárquicos da Europa. Toda forma de sentimento Feudal (amor às tradições, à religião, aos valores morais) deveria ser destruído para dar lugar ao sentimento de obediência ao sistema mercantilista (amor desenfreado ao dinheiro e ao materialismo). Durante 200 anos, desde a fundação dos burgos flamengos em 1451, passando pela Revolução Gloriosa na Inglaterra em 1688 (antes, em 1648, Oliver Cromwell foi financiado por grandes comerciantes ingleses para executar o Ato de Navegação.), toda forma de estrutura monárquica foi sendo corrompida e o clero teve infiltração de idéias monetaristas em sua estrutura. Todos sabemos que tanto a Monarquia como a Igreja nunca negaram na História suas apreciações pelo ócio, pela luxúria e pela ganância, mas pelo menos eram estruturas de poder sólidas que poderiam manter a coesão nacional e espiritual das populações. Os mercadores apátridas, crentes apenas no monetarismo e no materialismo, não queriam essas estruturas. Todo esse trabalho subversivo culminou finalmente na Revolução Francesa de 1789 que, mascarada de Revolução Popular, serviu mesmo foi para massacrar os nobres e os clérigos conservadores, abrindo um espaço para o avanço monetarista. Paralelo a essa Revolução, os burgueses endinheirados começaram a transformar o parâmetro mercantilista em parâmetro industrial, com a criação de fábricas e criação de uma dinâmica não puramente de vendas de mercadorias mas de transformação de matérias-primas em larga escala e estruturação dos chamados Bens de Produção. Com essa nova estrutura industrial apareceram os milhares de trabalhadores (os proletários), homens, mulheres e crianças que trabalhavam até 18 horas por dia, sem qualquer garantia trabalhista ou assistencial. No bojo dessa situação, os proletários começaram a se rebelar contra os burgueses patrões e contra as novas tecnologias que substituíam o trabalho braçal, sobretudo nas indústrias têxteis e metalúrgicas, às vezes com uso de violência.. Foi nesse momento que os burgueses industriais tiveram a grande idéia de salvação de suas estruturas lucrativas: para conterem de forma eficiente essa fúria proletária que já se apresentava, Fabricaram uma nova teoria de libertação dos oprimidos, arrumaram um indivíduo acadêmico que pudesse configurar essa teoria e criaram um mecanismo de divulgação dessa nova teoria. Na ordem, estamos falando do comunismo, de Karl Marx e da Internacional Socialista. Observe o leitor que justamente os patrões mascararam um objetivo para acalmar os proletários, uma espécie de Parábola dos lobos que foram colocados na pastagem para protegerem os interesses dos cordeiros. Esse jogo manipulado causou estragos imensos nas nações no século XIX, destruindo monarquias, escravizando povos (principalmente no continente africano), promovendo discórdias (lembram-se da Guerra do Paraguai?) incentivando o caos, destruindo os valores da família e da moral, disseminando o sarcasmo nas igrejas (lembre-se da questão religiosa no Brasil), tudo embasado no paradoxo de proteção aos interesses dos proletários oprimidos (quando na verdade os interesses dos burgueses-patrões é que estavam sendo preservados). A Teoria Marxista foi a filosófia doutrinária que a dominação burguesa precisava para perpetuar seu aniquilamento dos valores de cada nação. Todo esse plano abjeto, arquitetado durante 4 séculos, atingiu seu auge no ano de 1917, na Rússia. Por que a Rússia? Por que o ano de 1917?. Vamos explicar de maneira resumida, pois a História é longa e complexa. A Rússia era um país essencialmente agrário e gigantesco e não estava inserida no contexto industrialista Europeu. Coincidentemente, em 1914 foram descobertas as enormes jazidas de petróleo, gás natural e carvão no Cáucaso e o czarismo russo seria dono único dessa riqueza incalculável. Interesses escusos monetários incentivaram os países Europeus à Conflagração da I Guerra Mundial, uma medida providencial para os interesses dos burgueses apátridas. Senão, vejamos as perguntas: Por que um jovem desconhecido matou o arquiduque Francisco Ferdinando, sem motivo aparente? Por que os comunistas receberam dinheiro de grandes financistas para a Revolução na Rússia (Lênin na Inglaterra e Trotski em Nova York)? Por que a Rússia agrária, sem tradição de classe operária, foi o berço da Revolução Comunista baseada em luta de classes do operariado? Por que outras monarquias “sobreviventes”, sobretudo a inglesa que tinha pacto de não-agressão com a Rússia, não se insurgiu para salvar o Czar? Por que os movimentos comunistas se espalharam por toda Europa arrasada, sobretudo na Alemanha, quando os países mais precisavam da burguesia endinheirada? Por que essa burguesia endinheirada se interessou em vender seus produtos armamentistas, enriquecendo como nunca, tanto do lado da Entente como do lado da Aliança? Após essa Revolução de 1917 o que se viu foi barbárie levada ao extremo na História da raça humana. Dois livros proibidos: “O Complô contra a Igreja” de Maurice Pinay e o “Livro negro do comunismo” narraram o que esse Monstro Comunista causou nos países onde, “inexplicavelmente”, espalhou seus tentáculos. Segue um pequeno trecho do livro “O Complô contra a Igreja” narrando o que os russos fizeram quando invadiram a Ucrânia e a Hungria em 1919: Na Ucrânia: “no pátio da garagem havia um vala de 25cm por 25cm de profundidade e 10m de comprimento. Estava cheia de sangue. As paredes estavam cobertas de tiros e pedaços de miolos humanos. Pernas e braços decepados se empilhavam no fundo da garagem”. Na Hungria temos a narrativa: “quando os coletores de cadáveres adentraram ao sótão da igreja Wilczec se depararam com cena inacreditável: corpos de padres e freiras empilhados com o crucifixo enterrado no peito e no ânus”. Por que os livros de História (escritos misteriosamente por Marxistas) não narram esses fatos? Por que as barbáries nazistas são cotidianamente expostas e esse satanismo comunista, responsável por 100 milhões de mortos, não é revelado? Por que os jovens, ao invés de receberem aulas de civismo e espiritualismo, recebem é doutrinamento esquerdista nos grêmios estudantis, universidades e até escolas militares? A partir da análise do texto acima, alguém
ainda duvida da conspiração comunista mundial (satânica),
que mesmo tendo causado todo o estrago inimaginável na Rússia
e no Leste Europeu, tendo sido o comunismo “banido” de vários
países pelo seu caráter anti-raça humana, ainda continua
a espalhar seus tentáculos pelo mundo? Alguém ainda duvida
que a força de satã está por trás dessa teoria
conspiratória comunista, que escraviza há mais de 500 anos
todos os indivíduos do planeta? Alguém ainda duvida de que
a Internacional Dourada (capitalista) e a Internacional Vermelha (comunista)
são faces da mesma moeda?
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